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CORREIO BRAZILIENSE - DF - ESPORTES
FIFA NEGA QUE TENHA LOCAL DE ABERTURA
Tanto o Comitê Organizador Local (COL) para a Copa do Mundo de 2014 quanto a Federação Internacional de Futebol (Fifa) desmentiram as informações publicadas na imprensa paulista ontem, que deram conta de que São Paulo havia sido confirmada como sede da abertura do Mundial no Brasil e que o Rio de Janeiro sediaria a decisão do torneio. Rodrigo Paiva foi além e afirmou que a entidade ainda não definiu o calendário para a competição no Brasil e que, por conta disso, não é possível dizer quantos jogos cada uma das cidades-sedes receberá. "Não tenho a menor ideia de quantos jogos São Paulo vai receber. Nem eu e nem ninguém. A tabela sequer está pronta", explicou. "O ministro (do Esporte, Orlando Silva) não pode negar. As embaixadas de todos os países estão aqui, temos plena sintonia com o governo federal. Temos elenco de fatores que nos permitem o entusiasmo. A única Copa que não teve a abertura feita na capital do país sede foi a dos Estados Unidos (1994), porque Washington não tinha realmente estrutura. Mas nós temos. Nosso pedido é legítimo", declarou. As declarações de Blatter serviram para pressionar ainda mais São Paulo para que os trabalhos da arena corintiana, em Itaquera, Zona Leste da capital paulista, comecem o mais rápido possível. A intenção é que as obras tenham início este mês, mas a própria imprensa paulista admite que a empreitada só deve começar, de fato, em maio. Os valores da operação de desvio dos dutos divergem. O presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, afirmou que o preço seria R$ 2,2 milhões. O ministro do Esporte, Orlando Silva, avaliou as obras em R$ 30 milhões, valor que foi confirmado, segundo o site iG, pela própria Transpetro.
BRASIL É TERCEIRO MERCADO EM GASTOS NOS EUA (31/03)
Os Estados Unidos divulgaram hoje seus números para o turismo em 2010. A indústria representa 2,8% do PIB americano, gerando 5,49 milhões de empregos diretos e 2,23 milhões indiretos. O país recebeu 59,7 milhões de visitantes internacionais (6,4% do total mundial), que deixaram US$ 134,4 bilhões nos cofres americanos, ou 11,6% do total gasto no mundo em viagens internacionais, deixando os EUA confortavelmente à frente da França e da Espanha nesse quesito. Já em número de visitantes perde apenas para a França.
TOP PAÍSES:
Os dez maiores emissores em número de visitantes em 2010 foram:
1 - Canadá - 20 milhões
2 - México - 13,4 milhões
3 - Reino Unido - 3,9 milhões
4 - Japão - 3,4 milhões
5 - Alemanha - 1,7 milhão
6 - França - 1,3 milhão
7 - Brasil - 1,2 milhão
8 - Coreia do Sul - 1,1 milhão
9 - Austrália - 0,9 milhão
10 - Itália - 0,8 milhão
Na América do Sul o Brasil reina absoluto, com 1,197 milhão de visitantes (35% de aumento) e US$ 5,9 bilhões em gastos (45% a mais). Nossos vizinhos nem chegam perto dos números: a Venezuela enviou 491 mil turistas, a Colômbia 494 mil e a Argentina 436 mil.
Em gastos, os países que mais deixam receitas no país são:
1 - Canadá - US$ 20,8 bilhões
2 - Japão - US$ 14,6 bilhões
3 - Reino Unido - US$ 11,6 bilhões
4 - México - US$ 8,7 bilhões
5 - Brasil - US$ 5,9 bilhões
6 - Alemanha - US$ 5,8 bilhões
7 - China - US$ 5 bilhões
8 - França - US$ 4,1 bilhões
9 - Índia - US$ 4 bilhões
10 - Austrália - US$ 4 bilhões
O Brasil confirma, portanto, seu bom momento, que deve continuar pelos próximos anos, já que as previsões dos economistas são de crescimento do PIB na casa dos 5% e dólar a menos de R$ 1,70 pelo menos até 2020.